Santos: Tela Crítica – Sindicato dos Metalúrgicos


O Sindicato dos Metalúrgicos retoma seu projeto TELA CRÍTICA com apresentações de 2 documentários com temática referente ao TRABALHADOR, dia 30 de março às 19:00hs na Av. Ana Costa nº 55.

Serão apresentado os Curtas Metragens ILHAS DAS FLORES e MTST – DIREITOS ESQUECIDOS: MORADIA NA PERIFERIA.

Partindo do princípio que as diretrizes apresentadas nos filmes, nos dão margem para um amplo debate, faremos um bate papo, logo após as apresentações, dando voz e espaço ao pensar do público presente.

Sinopses:

ILHA DAS FLORES

Um filme de curta-metragem brasileiro, do gênero documentário, escrito e dirigido pelo cineasta Jorge Furtado em 1989, com produção da Casa de Cinema de Porto Alegre.

De forma ácida e com uma linguagem quase científica, o curta mostra como a economia gera relações desiguais entre os seres humanos. O próprio diretor já afirmou em entrevista que o texto do filme é inspirado em suas leituras de Kurt Vonnegut (“Almoço de Campeões”/ “Breakfast of Champions”) e nos filmes de Alain Resnais (“Meu Tio da América”/ “Mon Oncle d’Amérique”), entre outros.

O filme já foi acusado de “materialista” por ter, em uma de suas cartelas iniciais, a inscrição “Deus não existe”. No entanto, o crítico Jean-Claude Bernardet (em “O Cinema no século”, org. Ismail Xavier, Imago Editora, 1996) definiu Ilha das Flores como “um filme religioso” e a CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil) concedeu ao filme o Prêmio Margarida de Prata, como o “melhor filme brasileiro do ano” em 1990. Em 1995, Ilha das Flores foi eleito pela crítica européia como um dos 100 mais importantes curtas-metragens do século.

DIREITOS ESQUECIDOS: MORADIA NA PERIFERIA

Vídeo da Brigada de Guerrilha Cultural do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto de São Paulo. Faz um contraponto entre viver na favela, em condições precárias de higiene, habitação, transportes, lazer e segurança, e ocupar um terreno abandonado, lutando por moradia mais digna.

Produzido por uma rede de cineastas militantes, este vídeo foi exibido no dia 28 de dezembro de 2005, na Rede TV!, Canal 9 de São Paulo, por determinação judicial. O Ministério Público, junto com o Centro de Direitos Humanos e mais um conjunto de organizações, processou o programa do apresentador João Kleber, na Rede TV!, por ofensa, desrespeito e discriminação contra mulheres, idosos, homossexuais, crianças e deficientes físicos.

Vencido o processo, como punição a Justiça obrigou a emissora a exibir, no mesmo horário, um programa de contrapropaganda, que discutisse direitos humanos. Trata-se de um momento histórico na trajetória da TV brasileira: o movimento popular ocupa espaço gratuitamente numa emissora de televisão aberta, normalmente dominada pelos interesses do mercado, para reivindicar seus direitos.

Sugestão de uso: Indicado para todos os movimentos que militam pelas causas populares urbanas – grupos de sem-teto, desempregados, sindicatos e profissionais que defendem essas causas – advogados, arquitetos e engenheiros populares. Indicado também para os interessados em comunicação alternativa e popular e para entidades e grupos de defesa das minorias e dos direitos humanos.

Produção: Brigada de Guerrilha Cultural do MTST; 2005

Moção sobre Pinheirinho lida na 3ª Mostra de Teatro Olho da Rua – Santos (SP)


O manifesto sobre a invasão da polícia em Pinheirinho (São José dos Campos) foi lido na noite de sexta, dia 27/1/12, no Valongo (Santos), durante programação da 3ª Mostra de Teatro Olho da Rua, que tem a Rádio da Juventude como um dos parceiros.

SOMOS TODOS PINHEIRINHO!

Moção Pinheirinho – Mostra Olho da Rua – Santos.mp3

http://soundcloud.com/radiodajuventude/mo-o-pinheirinho-mostra-olho/download

Moção de Repúdio dos Trabalhadores da Cultura à Política do Coturno em Pinheirinho

De um lado, pelo menos 1.600 famílias que lutam pelo direito de morar no bairro do Pinheirinho, em São José dos Campos (SP), ocupação que tem oito anos de existência. Do outro, mais de 2.000 policiais militares e civis cumprindo ordens da Justiça Estadual e da Prefeitura de São José dos Campos, em favor da massa falida da empresa Selecta, pertencente ao mega-especulador Naji Nahas.

Ainda que não houvesse outras circunstâncias agravantes no caso, já seria possível constatar que as instâncias dos poderes executivo e judiciário fizeram a opção, em Pinheirinho, pela lei que protege a especulação imobiliária, em detrimento do direito das pessoas à moradia.

Vence mais uma vez a política do coturno em prol do capital. De um lado, bombas, armas, gases, helicópteros, tropa de choque. Do outro, dois revólveres apreendidos. Não há notícia de que tenham sido usados. Uma praça de guerra é instalada – numa batalha em que um exército ataca civil.

Não há plano de realocação das famílias. As que não conseguiram ou não quiseram fugir, ou receberam dinheiro para passagens para outras cidades, ou estão sendo mantidas cercadas, com comida racionada, como num campo de concentração. A imprensa não pode entrar no local, não pode fazer entrevistas, e os hospitais da região não podem informar sobre mortos e feridos. O que se quer esconder?

O Governo do Estado lavou as mãos diante do caso, assim como o Superior Tribunal de Justiça. O Governo Federal tardou em agir. A chamada “função social da propriedade”, prevista na Constituição Brasileira, revelou-se assim como peça de ficção, justamente onde a ficção não deveria ser permitida.

Mais uma vez, o Estado assume o papel de “testa de ferro” para as estripulias financeiras da “selecta” casta de milionários e bilionários. A política do coturno em prol do capital vem ganhando espaço. Assim está acontecendo na higienização do bairro da Luz, em São Paulo , preparando-o para a especulação imobiliária; assim vem acontecendo na repressão ao movimento estudantil na USP, minando a resistência à privatização do ensino; assim acontece no campo brasileiro há tanto tempo, em defesa do agronegócio. Os exemplos se multiplicam. E não nos parece fato isolado que, hoje, a quase totalidade dos subprefeitos da cidade de São Paulo sejam coronéis da reserva da PM.

Nós, trabalhadores artistas, expressamos nosso repúdio veemente a esse tipo de política. Mais 1.600 famílias estão nas ruas: a lei foi cumprida. Para quem?

ENTIDADES E MOVIMENTOS PARTICIPANTES:

Avoa! Núcleo Artístico
Brava Cia de Teatro
Buraco d’Oráculo
Cia Antropofágica de Teatro
Cia Estável de Teatro
Cia Ocamorana de Teatro
Grupo Teatral Parlendas
Cia São Jorge de Variedades
Cooperativa Paulista de Teatro
Dolores Bocaaberta Mecatrônica
Estudo de Cena
Kiwi Companhia de Teatro
Movimento de Teatro de Rua
Movimento dos Trabalhadores da Cultura
Núcleo Pavanelli de Teatro de Rua e Circo
Roda do Fomento
Trupe Olho da Rua – Santos – SP
Karina Martins
Núcleo do 184
Trupe Sinhá Zózima
A Jaca Est
Grupo Redimunho de Teatro
Coletivo Núcleo 2
Juliana Rojas (Filme: Trabalhar Cansa)
Atuadoras
Rede Brasileira de Teatro de Rua

[Bertioga] Denúncia urgente


Post de Origem: União Campo, Cidade e Floresta

RECEBEMOS E-MAIL DE MORADORES DE BERTIOGA DENUNCIADO A AÇÃO DE ORGÃOS PÚBLICOS DAQUELE MUNICÍPIO, QUE COMO TODOS OS OUTROS, ADERIU À POLITICA DESENVOLVIMENTISTA DO GOVERNO FEDERAL (VIDE PAC) E DE GOVERNOS POPULISTAS SULAMERICANOS (VIDE IIRSA).

ESTA POLÍTICA, RACISTA, XENÓFOBA E FASCISTA TEM CAUSADO MORTE E SOFRIMENTO DE NOSSA CLASSE: INDÍGENAS, PESCADORAS/ES, CAMPONESAS/ES, RIBEIRINH@S, CATADORAS/ES, ARTESÃS/ÃOS, TRABALHADORAS/ES, ETC.

TEMOS DE DENUNCIAR E NOS ORGANIZAR PRA IMPEDIR O AVANÇO DO CAPITAL SOBRE NOSSAS CABEÇAS, LITERALMENTE…

Aqui fala de Bertioga

Os moradores de Vicente de Carvalho II, em estado de resistência frente a imposição contundente por parte da CDHU, em conversa com algumas das pessoas que participaram de uma estranha reunião fechada, para entrar tinha de apresentar convite com RG e CPF, onde compareceram Rachid, o diretor regional da cdhu e ex-prefeito de Bertioga, Andrea {acho…} advogada da CDHU, Maira, advogada representando a prefeitura, a promotora pública Rosana e seu escrivão e mais uns tantos técnicos e ah, a tv costa norte do já conhecido Zaidan. Segundo os moradores, todos em harmonia para que assinassem o têrmo de adesão, que se resume numa desocupação voluntária {voluntária na base da pressão}.

Após muitos assinarem {hoje arrependidos} o têrmo de adesão, os que não assinaram tomaram conhecimento das condições do têrmo:

Contestam os moradores, o não reconhecimento do direito de propriedade por posse traduzido na cláusula que os obriga a renunciar explicitamente, todos os seus direitos e os que possa vir a ter no bairro Vicente de Carvalho II e sem garantia de uma casa padrão CDHU

Estamos tentando com todo o nosso amadorismo em punho a produzir uma matéria em vídeo, amém

Ato contra o Genocídio do Povo Guarani Kaiowá


Ato contra o Genocídio do Povo Guarani Kaiowá

No dia 18 de novembro, o cacique Nisio Gomes, Guarani Kaiowá do acampamento tekohá Guaiviry, em Mato Grosso do Sul, foi morto por pistoleiros com três tiros de espingarda, diante de pessoas de seu grupo. Seu corpo foi jogado numa caminhonete, e ainda não se tem notícia do paradeiro dele e de dois adolescentes e uma criança, que continuam desaparecidos.

O trágico episódio ilustra o processo de genocídio do povo Guarani Kaiowá, que na reconquista de seus territórios enfrenta a ganância de grandes proprietários de terras e transnacionais do agronegócio. Esses setores, contando com a conivência do Estado brasileiro, estão promovendo um verdadeiro massacre desse povo, que vem sofrendo com exploração do trabalho, crianças desnutridas, drogatição, doenças, ameaças, espancamentos e mortes encomendadas. E no estado do Mato Grosso do Sul a situação é alarmante: matam-se mais indígenas lá do que em todo os estados do País juntos. E sem medo da Justiça.

Esse ato é para mostrar a solidariedade aos Guarani Kaiowá, e denunciar o genocídio desse povo que luta bravamente pela terra.

29 de novembro – 19 horas
Pátio da Cruz da PUC – São Paulo (SP) – MAPA


ABAIXO ASSINADO:
Pela apuração rigorosa das violências contra os Guarani Kaiowá de Guaiviry – ASSINE!

 

POR TERRA, TRABALHO E MORADIA! É HORA DE OCUPAR AS TERRAS CAMPO E TERRENOS NAS CIDADES, AS FÁBRICAS FECHADAS E FALIDAS.


  1. Nós do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), da fábrica sob o controle dos trabalhadores Flaskô e militantes sem terra de Campinas realizamos no dia 12 de novembro um encontro no qual discutimos a necessidade de nos articularmos e organizarmos nossa luta conjunta dirigida ao governo federal no sentido de apontar as desapropriações como medidas urgentes de nossa pauta de luta.

    A fábrica ocupada Flaskô está ocupada há 8 anos e os trabalhadores lutam para manter seus empregos. Têm sofrido diversos ataques por parte do governo e da justiça em função das dívidas deixadas pelos antigos patrões. Os trabalhadores têm mantido a fábrica aberta e em funcionamento, mas sob ataques cada dia maiores. Por isso é necessário que o governo desaproprie a fábrica e a coloque sob o controle dos trabalhadores. É necessário que o governo desaproprie o terreno onde se construiu a Vila Operária regularizando as moradias. É necessário que o governo desaproprie os galpões da F&aacute ;brica de Cultura e Esporte consolidando um verdadeiro centro cultural público e sob o controle dos trabalhadores da arte e cultura. A desapropriação é a forma de reaver o que os patrões não pagaram, garantido os empregos, as moradias e a cultura.

    Nas cidades, as ocupações Zumbi e Dandara do MTST mostram a disposição de luta dos trabalhadores por suas moradias, mas esbarram na falta de terrenos. É hora de acabar com a especulação imobiliária desapropriando terrenos para construção das moradias para as famílias. No campo é necessário desapropriar as terras para a reforma agrária popular e sob o controle dos trabalhadores.

    Tarefas urgentes estão  colocados para os trabalhadores da cidade e do campo:

    • No campo o governo não deu nenhum passo para a mínima aplicação da constituição desapropriando as terras para a reforma agrária e por entrar para a história como não tendo realizado nenhum assentamento no primeiro ano de governo.
    • Nas cidades as famílias não têm onde morar e pouco se fez no sentido de aplicar as leis, como o estatuto da cidade, que prevê a desapropriação de terras para a moradia de interesse social.
    • Na fábrica ocupada Flaskô os ataques se ampliam por parte do governo e nenhuma medida concreta é adota no sentido de salvar os empregos.
    • Nas fábricas prossegue o processo de ataques aos direitos, com terceirizações e fechamento de unidades produtivas, como resultado a internacionalização das empresas para os patrões ganharem milhões, tudo com dinheiro público do BNDES.
    • A criminalização dos trabalhadores na cidade e no campo a cada dia é maior. Não podemos aceitar as ameaças aos militantes, os processos criminais e, mais do que isso, os assassinatos que prosseguem.

    Por isso, e sabendo que é necessário construir a unidade na luta decidimos organizar um ato unitário em 08 de dezembro no MASP em São Paulo para apresentarmos nossa pauta de reivindicações.

    – Desapropriação já da fábrica ocupada Flaskô

    – Desapropriação já pelas moradias da acampamento Dandara e Zumbi.

    – Desapropriação já por reforma agrária da área da fazenda Boa Vista em Americana – SP

    – Não à criminalização dos Movimentos Sociais.

     

    LOCAL: MASP
    DATA: 08 DE DEZEMBRO às 9 horas
    Às 15 horas: Lançamento da Campanha Sem Teto Com vida

     

    Movimento das Fábricas Ocupadas
    Movimento dos Trabalhadores Sem Teto
    MST (Regional Campinas)

     

URGENTE: Favela do Canão pede serviços públicos e recebe repressão policial.


URGENTE: Fechamento de avenida e confronto entre manifestantes e policiais na zona sul de São Paulo

Hoje, desde às 14 horas, um grupo de mais de 150 famílias, estão em embate com a polícia por manterem fechada uma das importantes avenidas da Zona Sul de São Paulo.

Os moradores da comunidade chamada de Favela do Canão exigem que as subprefeituras de MBoi Mirim e Campo Limpo, assumam a limpeza do córrego, retomem junto a comunidade a discussão da canalização do córrego do Freitas e instalem um semáforo na Av Cândido José Xavier (avenida que estão fechando) por conta do atropelamento de pessoas.

Até o momento não notícia sobre o número de presos e feridos mas a situação é tensa na medida em que, no início deste ano, um protesto similar levou presos oito moradores que também foram agredidos.

Local Av Cândido José Xavier (continuação da Av Agostinho Rubin que inicia na Estrada de Itapecerica, altura do número 3.350).

Contatos:

Batista (11) 8121-7357, Helena (11) 8711-1282 e André (11) 8983-0194

Comunidade Kaiowá Guarani sofre massacre na manhã desta sexta-feira (18)


Post de Origem: Cimi

Renato Santana
De Brasília

No início da manhã desta sexta-feira (18), por volta das 6h30, a comunidade Kaiowá Guarani do acampamento Tekoha Guaiviry, município de Amambaí, Mato Grosso do Sul, sofreu ataque de pistoleiros, cerca de 40, fortemente armados.

O massacre teve como alvo o cacique Nísio Gomes, 59 anos, (centro da foto) executado com tiros de calibre 12. Depois de morto, o corpo do indígena foi levado pelos pistoleiros – prática vista em outros massacres cometidos contra os Kaiowá Guarani no MS.

As informações são preliminares e transmitidas por integrantes da comunidade – em estado de choque. Devido ao nervosismo, não se sabe se além de Nísio outros indígenas foram mortos. Os relatos dão conta de que os pistoleiros sequestraram mais dois jovens e uma criança; por outro lado, apontam também para o assassinato de uma mulher e uma criança.

“Estavam todos de máscaras, com jaquetas escuras. Chegaram ao acampamento e pediram para todos irem para o chão. Portavam armas calibre 12”, disse um indígena da comunidade que presenciou o ataque e terá sua identidade preservada por motivos de segurança.

Conforme relato do indígena, o cacique foi executado com tiros na cabeça, no peito, nos braços e nas pernas. “Chegaram para matar nosso cacique”, afirmou. O filho de Nísio tentou impedir o assassinato do pai, segundo o indígena, e se atirou sobre um dos pistoleiros. Bateram no rapaz, mas ele não desistiu. Só o pararam com um tiro de borracha no peito.

Na frente do filho, executaram o pai. Cerca de dez indígenas permaneceram no acampamento. O restante fugiu para o mato e só se sabe de um rapaz ferido pelos tiros de borracha – disparados contra quem resistiu e contra quem estava atirado ao chão por ordem dos pistoleiros. Este não é o primeiro ataque sofrido pela comunidade, composta por cerca de 60 Kaiowá Guarani.

Decisão é de permanecer

Desde o dia 1º deste mês os indígenas ocupam um pedaço de terra entre as fazendas Chimarrão, Querência Nativa e Ouro Verde – instaladas em Território Indígena de ocupação tradicional dos Kaiowá.

A ação dos pistoleiros foi respaldada por cerca de uma dezena de caminhonetes – marcas Hilux e S-10 nas cores preta, vermelha e verde. Na caçamba de uma delas o corpo do cacique Nísio foi levado, bem como os outros sequestrados, estejam mortos ou vivos.

“O povo continua no acampamento, nós vamos morrer tudo aqui mesmo. Não vamos sair do nosso tekoha”, afirmou o indígena. Ele disse ainda que a comunidade deseja enterrar o cacique na terra pela qual a liderança lutou a vida inteira. “Ele está morto. Não é possível que tenha sobrevivido com tiros na cabeça e por todo o corpo”, lamentou.

A comunidade vivia na beira de uma Rodovia Estadual antes da ocupação do pedaço de terra no tekoha Kaiowá. O acampamento atacado fica na estrada entre os municípios de Amambaí e Ponta Porã, perto da fronteira entre Brasil e Paraguai.